GET /me.
Camadas
A ordem de verificação em cada requisição é: rate limit → token da instância →
Client-Token → IP → assinatura ativa (402 só em endpoints de envio).
Boas práticas
- Trate o token como senha. Guarde em variáveis de ambiente ou cofre de segredos; nunca em código versionado, front-end ou logs de acesso (a URL inteira costuma ir para logs de proxies e CDNs — mascare-a).
- Um token por integração não é possível hoje (é um por instância). Se vários sistemas usam a mesma instância e um deles vazar, gere um novo token e atualize todos.
- Ative o
Client-Tokense a URL da API puder aparecer em lugares que você não controla (planilhas, ferramentas no-code compartilhadas). - Use a allowlist quando os envios saem de IPs fixos (servidores próprios, NAT gateway).