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O cenário tem dois módulos: Webhooks › Custom webhook, que recebe o evento received do Wabox, e HTTP › Make a request, que chama o send-text. Entre eles, um filtro para responder só a mensagens de texto vindas de outras pessoas.
Base das rotas: https://api.wabox.me/instances/{instance_id}/token/{token}. Pegue instance_id e token no dashboard (instância › Credenciais). O header Client-Token só é necessário se estiver ativado no workspace — veja Client-Token.

Receber mensagens

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Crie o webhook no Make

Em um cenário novo, adicione o módulo Webhooks › Custom webhook e crie um webhook novo (dê um nome, por exemplo “Wabox received”). Copie o endereço gerado.O Make responde 200 Accepted assim que recebe a requisição, antes de rodar o resto do cenário. Isso atende o limite de 10 s do Wabox sem configuração extra.
2

Configure a URL no Wabox

No dashboard, cole o endereço no webhook de mensagens recebidas da instância, ou use a API:
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Determine a estrutura de dados

Com o módulo do webhook em modo de escuta (“Redetermine data structure” / aguardando dados), envie uma mensagem de texto para o número conectado. O Make usa essa primeira requisição para descobrir os campos e passa a exibi-los no mapeamento.
O Make só conhece os campos que apareceram na amostra. Se a primeira mensagem for uma imagem ou um áudio, text.message não vai existir na estrutura. Se isso acontecer, redetermine a estrutura com uma mensagem de texto — ou edite a estrutura de dados manualmente.
Campos úteis do payload (completo em Webhook received):
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Adicione um filtro

Clique na ligação entre os dois módulos e crie um filtro com as condições:
  • type igual a received
  • from_me igual a false
  • text.message existe
Sem o filtro de from_me, um cenário com notify_sent_by_me ligado responde às próprias respostas em loop.

Responder pelo WhatsApp

1

Adicione o módulo HTTP › Make a request

Configure:
  • URL: https://api.wabox.me/instances/{instance_id}/token/{token}/send-text
  • Method: POST
  • Body type: Raw, Content type: JSON (application/json)
  • Request content: o corpo abaixo, mapeando os campos do webhook (módulo 1) nos pontos indicados:
  • Parse response: ligado, para usar id, message_id e wabox_id nos próximos módulos.
  • Headers: adicione Client-Token se ele estiver ativado no workspace.
Texto vindo do usuário pode conter aspas ou quebras de linha que quebram um JSON montado à mão. Se for interpolar conteúdo livre, monte o corpo com o módulo JSON › Create JSON (a partir de uma estrutura com phone e message) e passe o resultado como conteúdo da requisição.
2

Use a resposta

A API responde na hora com a mensagem enfileirada:
id é um alias de message_id. O envio é assíncrono: o resultado (sucesso ou error/error_code) chega no webhook delivery, com o mesmo message_id. Se precisar reagir a falhas, aponte delivery_url para um segundo Custom webhook.

Mapeamento rápido

Os corpos completos estão na API Reference. Antes de usar mensagens interativas, veja O que renderiza onde.

Reentregas e duplicados

Se o Make não responder 2xx em 10 s (por exemplo, cenário desativado ou limite de operações atingido), o Wabox reenvia a entrega em 10 s, 1 min, 10 min, 1 h e 6 h, sempre com o mesmo event_id. Para não responder duas vezes ao mesmo cliente, guarde os event_id processados em um Data Store do Make e adicione um filtro que descarta os já vistos.

Sobre a assinatura

Cada entrega vem assinada no header X-Wabox-Signature (HMAC-SHA256 do corpo cru; veja Assinatura de webhooks). O Custom webhook do Make entrega o corpo já interpretado, e a assinatura precisa ser calculada sobre os bytes originais — então a verificação completa não é prática dentro do Make. Duas alternativas:
  • Trate o endereço do webhook como segredo (ele já é único e difícil de adivinhar) e confira, com a opção de receber os headers da requisição, que X-Wabox-Instance-Id é o id da sua instância.
  • Se precisar da verificação criptográfica, receba o webhook em um backend seu que valide a assinatura e só então encaminhe para o Make — veja Integração HTTP genérica.